Todos os anos, milhares de brasileiros pagam por seguros de smartphone e descobrem, no momento do sinistro, que a proteção prometida se dissolve em alegações vagas de 'mau uso'. O caso de Lucas — cujo celular trincou ao cair e cuja seguradora recusou o ressarcimento — revela como o Código de Defesa do Consumidor pode ser um escudo efetivo quando acionado pelo caminho certo. Em onze dias, o Procon reverteu uma negativa que poderia ter se arrastado por anos na Justiça, lembrando que, no equilíbrio entre contratos e direitos, a última palavra raramente pertence à empresa.