Na zona oeste de São Paulo, a fusão entre o supermercado e a farmácia deixou de ser apenas uma ideia e tornou-se realidade concreta: a Vila Leopoldina abrigou, nesta quinta-feira, o primeiro estabelecimento do gênero no estado. A mudança não altera as regras que protegem o cidadão — o farmacêutico permanece obrigatório, a receita continua exigida onde a lei manda —, mas reconfigura a geografia do cuidado, aproximando o remédio do pão de cada dia. É um passo que revela tanto o apetite da sociedade por conveniência quanto a tensão permanente entre acesso e responsabilidade sanitária.