A sessenta e sete quilômetros de distância, um homem preso em presídio militar encontrou forma de alcançar uma mulher livre — através de um celular contrabandeado, escondido em água, usado para assediá-la por meses. A denúncia dela foi o fio que puxou não apenas a identidade do agressor, mas também a fragilidade silenciosa de uma instituição que deveria ser impermeável a esse tipo de transgressão. O caso lembra que muros e fardas não bastam quando a fiscalização falha, e que a coragem de uma vítima pode revelar o que a rotina institucional deixou passar.
Preso em presídio militar é flagrado assediando mulher com celular clandestino
Vítima de 36 anos sofreu intenso sofrimento emocional devido ao assédio sexual persistente e mensagens de conteúdo sexual recebidas do detento.