Em um momento em que a inteligência artificial redefine as prioridades industriais do planeta, o CEO da Phison, Pua Khein-Seng, anuncia que a escassez estrutural de memória NAND flash deverá persistir até pelo menos 2030 — não por falta de vontade, mas pela matemática implacável da construção de fábricas de semicondutores, que exige anos entre o investimento e a produção. O consumidor comum, que simplesmente deseja atualizar seu computador, descobre-se agora em posição secundária numa cadeia de suprimentos reorientada para servir os grandes centros de dados da era da IA.