Sofia Moncóvio colocou Portugal na frente, resultado que a equipa lusa segurou até ao final
Em San Juan, na Argentina, a seleção feminina portuguesa de hóquei em patins escreveu mais uma página da sua história desportiva ao vencer o Chile por 3-2, assegurando o segundo lugar do Grupo A no Campeonato do Mundo. Numa partida que oscilou entre a adversidade e a resiliência, Portugal demonstrou que a capacidade de resposta é, muitas vezes, tão decisiva quanto o talento. O caminho continua, agora com a Alemanha à espera nos quartos de final.
- Portugal abriu o marcador cedo, mas viu o Chile virar o jogo com dois golos consecutivos, incluindo um livre direto que aumentou a pressão sobre a defesa lusa.
- A equipa portuguesa recusou-se a capitular e Catarina Ferreira restabeleceu a igualdade antes do intervalo, mantendo vivas as esperanças de apuramento.
- Sofia Moncóvio resolveu o encontro no segundo tempo com o golo da vitória, que se revelou decisivo para garantir o segundo lugar do grupo.
- Portugal está nos quartos de final e enfrenta quinta-feira a Alemanha, uma potência histórica do hóquei em patins feminino, com pouco tempo para recuperar.
A seleção feminina portuguesa de hóquei em patins garantiu a passagem aos quartos de final do Campeonato do Mundo ao vencer o Chile por 3-2, em San Juan, na Argentina. O encontro foi equilibrado e exigente, com ambas as equipas a criarem oportunidades ao longo dos noventa minutos.
Portugal entrou bem na partida e inaugurou o marcador aos nove minutos, com Raquel Santos a finalizar com precisão após uma combinação com Marlene Santos. Porém, o Chile respondeu com determinação: Catalina Flores, jogadora do Benfica, marcou duas vezes ainda na primeira parte, colocando os sul-americanos na frente. O segundo golo chileno, de livre direto, deixou a defesa portuguesa sob pressão crescente.
A reação portuguesa não tardou. Catarina Ferreira restabeleceu a igualdade antes do intervalo, levando as equipas para o descanso empatadas a dois. No segundo tempo, Sofia Moncóvio colocou Portugal na frente com um golo que acabaria por ser decisivo, e a equipa lusa soube gerir a vantagem até ao apito final.
A vitória valeu o segundo lugar do Grupo A e a qualificação para a fase eliminatória. O próximo adversário é a Alemanha, uma potência tradicional do hóquei em patins feminino, com quem Portugal se encontrará na quinta-feira, ainda em San Juan. Com pouco tempo para recuperar, as portuguesas chegam ao duelo com a confiança reforçada por uma vitória conquistada com caráter.
A seleção feminina portuguesa de hóquei em patins avançou para os quartos de final do Campeonato Mundial com uma vitória sobre o Chile por 3-2, garantindo o segundo lugar do Grupo A. O jogo disputou-se em San Juan, na Argentina, numa quarta-feira à noite, e ofereceu um espetáculo de bom hóquei, com ambas as equipas a criarem oportunidades claras ao longo dos noventa minutos.
Portugal começou bem e abriu o marcador aos nove minutos do primeiro tempo. Raquel Santos marcou após uma combinação inteligente com Marlene Santos, rematando com precisão que não deixou hipóteses ao guarda-redes chileno. Era o início que a equipa portuguesa procurava, mas o Chile não se deixou intimidar e respondeu rapidamente. Catalina Flores, jogadora do Benfica, marcou duas vezes ainda na primeira parte, colocando os sul-americanos na frente do marcador. O segundo golo chileno surgiu de um livre direto, aumentando a pressão sobre a defesa portuguesa.
Mas Portugal reagiu antes do intervalo. Catarina Ferreira restabeleceu a igualdade, levando as equipas para o descanso com um empate a dois golos. Era um resultado que refletia o equilíbrio do jogo e a qualidade de ambas as seleções, mas deixava tudo em aberto para a segunda metade.
No segundo tempo, Sofia Moncóvio colocou Portugal novamente na frente do marcador, um golo que se revelaria decisivo. A equipa lusa conseguiu manter a vantagem até ao apito final, fechando um encontro intenso e bem disputado. A vitória garantiu não apenas a passagem à fase eliminatória, mas também o segundo lugar do grupo, uma posição que reflete o desempenho consistente das portuguesas nesta fase inicial do torneio.
O próximo desafio é bem mais exigente. Portugal vai enfrentar a Alemanha nos quartos de final, marcados para quinta-feira, ainda em San Juan. A Alemanha é uma potência tradicional do hóquei em patins feminino, e o encontro promete ser uma batalha tática e física. As portuguesas terão pouco tempo para recuperar e preparar-se para um adversário de maior envergadura, mas a confiança de uma vitória conseguida contra um adversário competente pode ser um fator importante para o que se avizinha.
Citações Notáveis
Portugal inaugurou o marcador a nove minutos do intervalo, por intermédio de Raquel Santos, após uma combinação com Marlene Santos e uma finalização irrepreensível.— Descrição do primeiro golo português
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Como é que Portugal conseguiu virar um jogo em que estava a perder 2-1 no intervalo?
O Chile marcou dois golos rápido, mas Portugal manteve a composição e a confiança. Catarina Ferreira empatou ainda antes do intervalo, o que foi psicologicamente importante. No segundo tempo, Sofia Moncóvio marcou o golo da vitória e a defesa portuguesa foi sólida o suficiente para o segurar.
Qual é o significado de enfrentar a Alemanha agora?
A Alemanha é um adversário de outro nível. Portugal provou que consegue competir contra equipas fortes, mas os quartos de final são uma realidade diferente. É o momento em que os erros são mais caros e as margens de erro desaparecem.
Catalina Flores marcou dois golos pelo Chile, mas joga no Benfica. Como é que isso funciona?
É comum jogadores de seleções sul-americanas jogarem em clubes europeus. Flores é uma jogadora de qualidade, e o Benfica beneficia dessa experiência internacional. Mas neste jogo, ela estava ao serviço do Chile, e fez o seu trabalho muito bem.
O que é que este resultado diz sobre o nível do hóquei em patins feminino português?
Diz que Portugal tem uma seleção competente e bem preparada. Não é uma potência tradicional como a Alemanha ou a Espanha, mas consegue competir e vencer equipas respeitáveis. A vitória sobre o Chile é um bom indicador de que o trabalho feito tem frutos.
Qual foi a chave tática do jogo?
Portugal foi mais eficaz na segunda metade. O Chile começou bem, mas Portugal ajustou-se e conseguiu manter a bola melhor. A defesa portuguesa foi crucial nos últimos minutos, quando o Chile pressionava para empatar.