Quando o valor económico chega ao lixo, o lixo torna-se alvo. Desde abril, o sistema de depósito Volta transformou garrafas e latas em moeda de dez cêntimos, e nas ruas do Porto essa lógica traduziu-se em contentores remexidos, resíduos dispersos e custos municipais acrescidos. A cidade mantém os seus volumes de reciclagem, mas a equação humana por detrás desse resultado é mais trabalhosa e mais cara do que antes.