Por mais de 260 dias, o porta-aviões Abraham Lincoln e seus quase 5 mil tripulantes permanecem no mar — muito além do que qualquer planejamento havia previsto. O que começou como uma missão rotineira no Pacífico tornou-se, após o redirecionamento para o Oriente Médio em janeiro de 2026, uma prova de resistência humana em condições que a própria Marinha agora reconhece como extremas. Entre relatos de água contaminada, escassez de alimentos e crises de saúde mental severas, o navio se tornou símbolo de um custo que raramente aparece nos comunicados oficiais de guerra.
Porta-aviões dos EUA em crise após 260 dias em missão com problemas de água e comida
Militares a bordo enfrentam crises de saúde mental severas, com relatos de tentativas de suicídio associadas às condições precárias e pressão prolongada da missão.