Ao fim de uma refeição, alguns sentem uma atração quase magnética pelo doce; outros, nenhuma. Essa diferença não é fraqueza nem virtude — é o resultado de uma conversa silenciosa entre genes, hormônios, memórias da infância e o sistema de recompensa do cérebro. A ciência revela que o desejo por açúcar é real, mas maleável: moldado pela história de cada um e, em grande parte, passível de ser reescrito ao longo da vida.
Por que algumas pessoas 'precisam' de doce e outras nem ligam
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