Em cada reunião familiar, há quem desapareça no momento em que a câmera é levantada — e a psicologia revela que esse gesto não é simples timidez, mas uma resposta complexa tecida de autoestima fragilizada, medo do julgamento permanente nas redes sociais e memórias negativas associadas à própria imagem. O que parece recusa é, na verdade, uma forma de autopreservação diante de um mundo que registra, compara e julga sem prazo de validade.