Em Beja, uma universidade politécnica registou um crescimento de 60% nas colocações da primeira fase do acesso ao ensino superior de 2026, recebendo 325 estudantes onde antes chegavam 203. O dado revela uma instituição em recuperação — mas ainda abaixo dos seus próprios picos recentes —, espelhando as marés imprevisíveis da procura académica regional num país que, a nível nacional, viu quase 50 mil jovens encontrar lugar no ensino superior.