Desde dezembro de 2016, pesquisadores da UFRJ acompanham oito pessoas com lesões medulares completas que receberam injeções de polilaminina diretamente na medula espinhal — uma substância desenvolvida no Brasil com a esperança de restaurar conexões nervosas destruídas pelo trauma. Seis desses pacientes apresentaram recuperação neurológica mensurável, um resultado incomum para lesões classificadas na pior categoria da escala internacional. Ainda assim, a ausência de grupo-controle e o tamanho reduzido da amostra impedem qualquer conclusão definitiva sobre causalidade, e a ciência permanece, por
Polilaminina brasileira mostra sinais promissores em primeiro estudo com humanos
Três dos oito participantes morreram durante o acompanhamento por pneumonia, derrame pericárdico e sepse, não atribuídas à intervenção experimental.