Na fronteira invisível entre o mundo livre e o encarcerado, um drone cruzou os muros da Penitenciária Masculina do Amapá carregando uma pistola calibre 9mm com a identidade apagada. Agentes da Polícia Penal, atentos às câmeras e equipados com tecnologia especializada, interceptaram o pacote antes que ele chegasse às mãos de quem o esperava. O episódio, ocorrido na madrugada do primeiro de agosto, não é um acidente isolado, mas um sinal dos tempos: o contrabando prisional evoluiu, e a vigilância precisa evoluir junto.