Em uma zona rural de Mato Grosso, o que parecia ser uma operação industrial legítima escondia um esquema meticuloso de apropriação de energia alheia. A Polícia Civil, após monitoramento paciente, revelou que uma mineradora de grande porte consumia eletricidade em escala industrial sem jamais registrá-la — alterando tensões, suprimindo medidores e desviando as três fases da rede. O episódio nos lembra que a infraestrutura coletiva, quando explorada às escondidas por poucos, cobra seu preço de todos.