No cruzamento entre o poder financeiro e a responsabilidade corporativa, a Polícia Civil de São Paulo indiciou dois executivos do Goldman Sachs por fraude e estelionato na gestão da Oncoclínicas, empresa de tratamento de câncer que acumula R$ 3,5 bilhões em dívidas. A acusação central é que o banco teria ocultado sua participação acionária real para escapar de uma obrigação legal que protegeria investidores minoritários. O episódio revela como as disputas pelo controle de grandes empresas podem deixar rastros de dano silencioso sobre aqueles com menos poder na mesa.
Polícia Civil indicia executivos do Goldman Sachs por fraude na Oncoclínicas
Acionistas minoritários da Oncoclínicas sofreram prejuízos financeiros pela alegada fraude que impediu proteção legal através da oferta pública de ações.