Em toda sociedade que se debate entre justiça e clemência, surge o momento em que uma regra violada exige resposta — mas a resposta justa nem sempre é a mais severa. A Procuradoria-Geral da República reconheceu que Jair Bolsonaro, cumprindo pena em prisão domiciliar, usou uma carta entregue ao filho Flávio para alcançar o público eleitoral, contrariando as restrições impostas pelo STF. Ainda assim, Paulo Gonet recomendou que o ex-presidente permaneça em casa, argumentando que o retorno ao regime fechado seria desproporcional — e deixando ao ministro Alexandre de Moraes a palavra final sobre on