Em um momento em que as fronteiras entre família, advocacia e política se tornam cada vez mais porosas, o procurador-geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal que mantenha as restrições às visitas de Flávio Bolsonaro ao pai, condenado a mais de 27 anos de prisão. O argumento central é que a prisão domiciliar humanitária não suspende as obrigações do condenado — e que o uso de visitas familiares como canal para mensagens políticas representa exatamente o tipo de descumprimento que justifica limitações mais severas. A decisão do STF, ainda pendente, poderá definir os contornos da pres