Em um momento em que o Brasil se aproxima de um novo ciclo eleitoral, a Procuradoria-Geral da República escolheu o caminho da proporcionalidade: reconheceu que a publicação de uma carta de Jair Bolsonaro por seu filho Flávio violou ordens judiciais, mas concluiu que revogar a prisão domiciliar humanitária seria uma resposta excessiva para um homem condenado a mais de 27 anos e ainda em recuperação de pneumonia bacteriana. O parecer de Paulo Gonet ao STF não absolve a infração, mas a situa dentro de uma lógica que pesa o rigor da lei contra a dignidade da condição humana — e recomenda que as re
PGR defende manutenção de prisão domiciliar de Bolsonaro apesar de violação de restrições
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária após condenação a 27 anos e 3 meses no processo da trama golpista, recuperando-se de pneumonia bacteriana.