Nas profundezas do litoral amapaense, a Petrobras encontrou o que a humanidade há séculos busca sob os oceanos: sinais de petróleo e gás natural no poço Morpho, a 175 quilômetros da costa e a quase três mil metros de profundidade. A descoberta na Bacia da Foz do Amazonas abre uma nova fronteira exploratória no extremo norte do Brasil, mas carrega consigo a sobriedade necessária — encontrar hidrocarbonetos é apenas o primeiro capítulo de uma história cuja conclusão ainda está por ser escrita. Entre a promessa geológica e a viabilidade econômica, há um longo caminho de estudos, decisões e respon