Na Universidade de São Paulo, pesquisadores encontraram uma saída para uma contradição antiga da vacinologia: usar um vírus vivo que, por design genético, é incapaz de causar doença. Ao substituir o ponto de ação de uma enzima humana por outra que existe apenas em plantas, criaram um agente vacinal contra chikungunya que se replica uma única vez — o suficiente para educar o sistema imunológico, insuficiente para gerar infecção. O feito, publicado na npj Vaccines, não apenas abre caminho para imunizar populações historicamente excluídas das vacinas convencionais, mas sugere uma plataforma intei