Desde os primórdios da civilização, a humanidade olha para o Sol como fonte de vida — mas um novo estudo publicado na Nature nos lembra que essa mesma estrela guarda uma capacidade destrutiva que talvez ainda não saibamos mensurar. Pesquisadores da Universidade de Lancaster analisaram mais de um milhão de medições espaciais e concluíram que não existe um limite natural para a intensidade das tempestades solares, contrariando décadas de suposições científicas. Com o Sol em seu máximo solar e a civilização moderna cada vez mais dependente de satélites e redes elétricas, a pergunta que emerge não