Custo total (preço, tempo, esforço mental) e percepção de baixa saciedade em alimentos saudáveis são principais barreiras para famílias brasileiras adotarem dietas mais nutritivas. Famílias de renda baixa priorizam preço e saciedade; apenas 45% de crianças em lares com até um salário-mínimo consomem frutas frescas diariamente.
Pesquisa mapeia barreiras estruturais que determinam escolhas alimentares de famílias brasileiras
Crianças em famílias de baixa renda apresentam consumo inadequado de frutas e verduras frescas, enquanto ultraprocessados aparecem em todas as faixas de renda.