Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, uma pesquisa premiada começa a desvendar por que corpos aparentemente semelhantes respondem de formas tão distintas ao tratamento da obesidade. Ao identificar variações genéticas, desequilíbrios no sistema endocanabinoide e o peso invisível da vulnerabilidade socioeconômica, o estudo nos lembra que a doença nunca é apenas biológica — é também a soma de tudo aquilo que escapa ao controle individual. O conhecimento produzido aponta para um horizonte em que o cuidado deixa de ser padronizado e passa a reconhecer a singularidade de cada corpo e de cada hi
Pesquisa da UFRJ revela por que obesos respondem diferente ao tratamento
Mulheres com obesidade grave atendidas no hospital frequentemente desenvolvem comorbidades como diabetes, doenças cardiovasculares e infertilidade, além de enfrentarem insegurança alimentar e vulnerabilidade socioeconômica.