No Panamá, o secretário de Defesa dos Estados Unidos Pete Hegseth convocou os aliados latino-americanos a romper com o Tribunal Penal Internacional, invocando a soberania nacional como escudo contra o que Washington chama de jurisdição ilegítima. O apelo não é apenas retórico: insere-se numa estratégia mais ampla da administração Trump para proteger figuras como Benjamin Netanyahu de processos internacionais. Diante dessa pressão, os países da coalizão antidrogas liderada pelos EUA se veem forçados a escolher entre a lealdade a Washington e o compromisso com a ordem jurídica internacional.