No segundo trimestre de 2026, quase mil empresas varejistas brasileiras recorreram à recuperação judicial — um aumento de 20% em relação ao ano anterior — revelando não falhas individuais de gestão, mas uma pressão sistêmica que comprime simultaneamente o crédito das empresas e o poder de compra das famílias. Nomes como Casas Bahia, Marabraz e Grupo Toky ilustram que a crise atravessa portes e segmentos, enquanto economistas apontam para juros elevados e desequilíbrio fiscal como raízes de um problema que o varejo tradicional, já pressionado pelo e-commerce, não consegue absorver sozinho.
Pedidos de recuperação judicial no varejo crescem 20% no segundo trimestre de 2026
Empresas em recuperação judicial enfrentam reestruturação operacional e risco de demissões, afetando empregos no setor varejista.