Em São Paulo, o Partido Missão realizou seu primeiro congresso nacional e formalizou aquilo que muitos já esperavam: a candidatura de Renan Santos à presidência do Brasil. Diante de uma plateia majoritariamente jovem, Santos apresentou uma visão de país ancorada em soberania tecnológica e projetos de longo prazo — programa espacial, capacidade nuclear, segurança endurecida —, posicionando-se como uma terceira via dentro da direita, equidistante de Lula e de Bolsonaro. O momento revela um movimento que busca transformar energia de protesto em projeto de Estado.