Em Belo Horizonte, a tecnologia e a vigilância humana se encontraram em um acordo discreto firmado em julho, e o resultado — 16 prisões em pouco mais de um mês — levanta questões antigas sobre o equilíbrio entre segurança coletiva e liberdade individual. A Polícia Federal e a Prefeitura integraram câmeras municipais a um sistema de reconhecimento facial que, por ora, exige confirmação humana antes de qualquer abordagem, posicionando a máquina como auxiliar, não como juíza. O que começa como ferramenta de apoio no Hipercentro já aponta para um horizonte mais amplo: mais de 10 mil câmeras e uma