Em novembro, a cidade de Lajeado se tornará, por três dias, o centro vivo da paleontologia gaúcha — um campo que investiga não apenas ossos e fósseis, mas a própria memória profunda da vida na Terra. A PALEO RS 2026, sediada pela Univates com apoio de quatro universidades do Rio Grande do Sul, reunirá pesquisadores, estudantes e educadores num esforço coletivo de produzir ciência, formar novas gerações e aproximar o conhecimento paleontológico da sociedade. Escolher Lajeado não é um gesto neutro: a região Central gaúcha carrega um registro fóssil de relevância singular, tornando o encontro uma