Vendas cresceram 9,3% para R$ 4,3 bilhões, ficando abaixo do consenso de 11,6%, com contribuição menor de GLP-1 que o previsto. Companhia centralizou 85% das compras não-produtivas em procurement, reduzindo despesas para 24,1% da receita bruta e alcançando margem EBITDA de 6,5%.