Um estudo da Universidade de Oxford, conduzido com quase 80 mil pessoas em 76 países, propõe que a satisfação com a vida está menos ligada ao que se possui e mais ao modo como se existe no mundo. Paciência, confiança, altruísmo e cooperação emergem como traços comuns entre os mais satisfeitos — independentemente de renda, cultura ou localização. A pesquisa não oferece uma fórmula, mas aponta para uma direção antiga: que o florescimento humano parece brotar das relações e do caráter, não das conquistas materiais.