No limiar entre a legalidade e a controvérsia, Pablo Marçal oficializou sua candidatura à presidência do Brasil no Tribunal Superior Eleitoral, amparado por uma liminar que reconstituiu, retroativamente, sua filiação ao PRTB. A manobra jurídica resolve o problema imediato do prazo eleitoral, mas não apaga a condenação por irregularidades na campanha municipal de 2024 — uma sombra que acompanha sua trajetória e lembra que o registro formal de uma candidatura não equivale à sua consolidação definitiva. A história de Marçal é, por ora, a de um candidato que existe no papel enquanto o direito aind