Na América do Sul, dois presidentes eleitos pela força dos algoritmos e da performance digital enfrentam agora o peso irredutível da realidade: um terremoto que matou quase trezentas pessoas na Colômbia e um colapso de confiança econômica na Argentina. O que se revela, nesses momentos de crise, é a distância abissal entre governar uma tela e governar um país — entre o meme que conquista votos e a liderança que salva vidas e sustenta economias.
Os riscos de eleger um meme como presidente
Terremoto de magnitude 7,4 na Colômbia matou quase 300 pessoas e deixou vítimas desabrigadas que receberam bolas de futebol em vez de ajuda humanitária.