Os 8 jogadores de futebol mais influentes nas redes sociais em 2025

Cada postagem é um evento que as marcas pagam milhões para alcançar
A transformação do futebol moderno, onde presença digital virou fonte de renda tão significativa quanto salários de clubes.

Numa era em que a fama transcende os estádios, os maiores jogadores de futebol do mundo descobriram que seus perfis digitais valem tanto quanto seus contratos esportivos. Cristiano Ronaldo, com 649 milhões de seguidores no Instagram, lidera uma nova hierarquia onde gols e postagens se tornam igualmente valiosos. O que antes era complemento virou fundamento: a presença nas redes sociais transformou-se em ativo financeiro capaz de rivalizar com os maiores salários do esporte.

  • Cristiano Ronaldo acumula 649 milhões de seguidores no Instagram e é considerado um dos influenciadores mais bem pagos do mundo, com cada publicação gerando contratos milionários.
  • Messi, Neymar e Mbappé somam centenas de milhões de seguidores, funcionando como plataformas vivas para marcas globais como Pepsi, Gatorade e EA Sports.
  • Mbappé recebe estimados 7 milhões de reais por publicação, mesmo sendo pouco ativo nas redes — revelando que a escassez digital também tem valor de mercado.
  • O modelo de negócios do futebol moderno se reorganiza: contratos publicitários e campanhas digitais já rivalizam com os salários pagos pelos clubes.
  • Jogadores como Salah e Benzema ampliam sua influência para além do campo, atuando como embaixadores de causas humanitárias e ícones culturais globais.

Os maiores jogadores de futebol sempre souberam converter sucesso em campo em fama além das linhas. Mas nos últimos anos essa equação mudou radicalmente. A capacidade de acumular seguidores nas redes sociais tornou-se tão valiosa quanto os gols marcados — talvez até mais.

Cristiano Ronaldo lidera esse novo ranking com 649 milhões de seguidores no Instagram. Não é apenas popularidade: é um ativo financeiro. Cada postagem gera contratos milionários, lançamentos de produtos e campanhas globais. A imagem de disciplina e vida saudável que o português construiu funciona como moeda de troca nas negociações com grandes marcas. Lionel Messi, com 504 milhões de seguidores, vem logo atrás. Sua humildade contrasta com o talento e ressoa com o público, tornando-o embaixador de marcas como Gatorade, Pepsi e Audemars Piguet.

Neymar Jr., com 229 milhões de seguidores, ocupa o terceiro lugar. Apesar das polêmicas pessoais, o brasileiro continua sendo um dos nomes mais reconhecidos do planeta e liderou em 2024 um ranking de impacto em redes sociais que analisou Instagram, TikTok, YouTube e outras plataformas. Kylian Mbappé, do Real Madrid, possui 123 milhões de seguidores e, mesmo sendo pouco ativo digitalmente, recebe cerca de 7 milhões de reais por publicação — cifra que ilustra como a presença digital virou fonte de renda comparável aos salários dos clubes.

Benzema, Marcelo, Sergio Ramos e Mohamed Salah completam a lista, cada um com dezenas de milhões de seguidores e histórias que vão além do futebol: títulos, recordes, causas humanitárias e conexões culturais profundas com seus países de origem.

O que une todos esses nomes é uma transformação no modelo de negócios do esporte moderno. A presença digital deixou de ser complemento da carreira e virou parte essencial dela. O futebol continua sendo o palco onde conquistam glória. Mas as redes sociais viraram o mercado onde essa glória se converte em dinheiro.

Os maiores nomes do futebol mundial sempre souberam como transformar sucesso em campo em fama além das linhas. Mas nos últimos anos, essa equação mudou de forma radical. Hoje, a capacidade de um jogador de acumular seguidores nas redes sociais virou tão valiosa quanto seus gols — talvez até mais. Cristiano Ronaldo comanda esse novo ranking com números que parecem saídos de ficção: 649 milhões de seguidores no Instagram. Não é apenas uma métrica de popularidade. É um ativo financeiro. Cada postagem que faz gera contratos milionários com marcas, lançamentos de produtos com seu rosto na embalagem, campanhas publicitárias globais. O português, que joga pelo Al-Nassr na Arábia Saudita, construiu uma imagem de poder e disciplina — vida saudável, treinos constantes, sem álcool ou cigarro — que funciona como moeda de troca nas negociações com grandes empresas. Estima-se que ele seja um dos influenciadores mais bem pagos do Instagram.

Lionel Messi vem logo atrás, com 504 milhões de seguidores. O argentino, agora no Inter Miami, conquistou títulos que o colocam entre os maiores de todos os tempos: a Copa do Mundo de 2022, oito Bolas de Ouro, cinco prêmios de Melhor Jogador do Mundo da FIFA. Mas sua força nas redes vai além dos números. Messi é conhecido por uma humildade que contrasta com seu talento, e isso ressoa com o público. Ele funciona como embaixador de marcas como Gatorade, Pepsi, EA Sports e Audemars Piguet — empresas que pagam para associar seus produtos à imagem do craque.

Neymar Jr., com 229 milhões de seguidores, ocupa o terceiro lugar. O brasileiro retornou ao Santos em 2025 após 12 anos, e apesar de uma vida pessoal marcada por polêmicas, continua sendo um dos nomes mais reconhecidos do planeta. Em 2024, liderou um ranking de impacto em redes sociais feito por uma empresa francesa que analisava Instagram, TikTok, YouTube, X e LinkedIn — ficando acima de nomes como Whindersson Nunes e Anitta. Seu histórico inclui 79 gols pela seleção brasileira, a Bola de Ouro de 2011 e múltiplas indicações aos prêmios de melhor jogador do mundo.

Kylian Mbappé, do Real Madrid, possui 123 milhões de seguidores. O francês é conhecido por não ser particularmente ativo nas redes, mas mesmo assim movimenta números impressionantes. Quando anunciou sua entrada no Real Madrid, recebeu mais de 650 mil comentários. Seu anúncio de contratação lhe rendeu quase 3 milhões de novos seguidores de uma vez. Segundo estimativas, Mbappé recebe cerca de 7 milhões de reais por publicação no Instagram — uma cifra que ilustra como a presença digital se tornou fonte de renda tão significativa quanto os salários dos clubes.

Karim Benzema, com 76 milhões de seguidores, é um dos maiores artilheiros da história do Real Madrid, com 341 gols pelo clube. Venceu a Liga dos Campeões cinco vezes e foi eleito melhor jogador do mundo em 2021/2022. Marcelo, que anunciou sua aposentadoria em 2025 após sair do Fluminense, acumula 68 milhões de seguidores e é o jogador com mais títulos na história do Real Madrid. Sergio Ramos, com 65 milhões de seguidores, foi contratado pelo Monterrey do México após uma pausa na carreira e é conhecido por publicar vídeos de treinos e interagir frequentemente com fãs.

Mohamed Salah, do Liverpool, fecha a lista com 64 milhões de seguidores. O egípcio é um dos principais goleadores do futebol europeu, artilheiro do Campeonato Inglês em três ocasiões, e foi o jogador com mais participações em gols na Europa em 2024. Além de sua presença nas redes, é embaixador da UNICEF e conhecido por seu trabalho de caridade, funcionando como ícone global e modelo para jovens, especialmente no Egito.

O que une todos esses nomes é uma transformação profunda no modelo de negócios do futebol moderno. A presença digital deixou de ser um complemento da carreira e virou parte essencial dela. Contratos publicitários, lançamentos de produtos, campanhas de marcas globais — tudo isso agora depende da capacidade de um jogador de manter e engajar uma audiência massiva nas redes sociais. Os números milionários que esses atletas acumulam em suas contas bancárias não vêm apenas dos salários dos clubes. Vêm de cada postagem, cada story, cada interação que gera valor para as marcas que os patrocinam. O futebol continua sendo o palco onde eles conquistam títulos e glória. Mas as redes sociais viraram o mercado onde eles transformam essa glória em dinheiro.

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Por que esses números de seguidores importam tanto? Não é só vaidade?

Model

Não. Cada milhão de seguidores é uma audiência que as marcas querem alcançar. Quando Mbappé recebe 7 milhões de reais por uma postagem, aquele número não é arbitrário — é o que uma empresa está disposta a pagar para colocar seu produto diante de 123 milhões de pessoas.

Inventor

Mas Cristiano Ronaldo com 649 milhões de seguidores... como isso é possível? Quantas pessoas existem no mundo?

Model

Existem cerca de 8 bilhões. Ronaldo alcança quase 8% da população mundial. Muitas pessoas o seguem mais de uma vez em contas diferentes, e alguns seguidores são bots. Mas mesmo descontando isso, o número é astronômico. É como ter um canal de TV global que só fala sobre sua vida.

Inventor

E os jogadores que não são tão ativos nas redes, como Mbappé? Como ele ganha tanto?

Model

Porque a raridade também tem valor. Mbappé não posta constantemente, o que torna cada postagem um evento. Quando ele fala, as pessoas escutam. Uma marca paga premium por isso — pela garantia de que a mensagem vai ressoar.

Inventor

Messi é conhecido por humildade. Isso afeta quanto ele ganha com publicidade?

Model

Sim. A imagem é tudo no marketing. Messi vende a ideia de que você pode ser extraordinário sem ser arrogante. Isso o torna embaixador perfeito para marcas que querem se associar a excelência com caráter. Gatorade, Pepsi — elas não querem apenas um rosto famoso, querem um rosto que as pessoas confiem.

Inventor

Neymar liderou um ranking de impacto em redes sociais acima de Anitta. Como um jogador de futebol compete com uma cantora pop?

Model

Porque futebol é global de um jeito que poucos esportes são. Neymar tem fãs em todos os continentes. E ele não compete apenas com Anitta — compete com qualquer criador de conteúdo que consiga mover audiências. O ranking considerava Instagram, TikTok, YouTube, X e LinkedIn. Neymar venceu porque sua presença é consistente e massiva em todas essas plataformas.

Inventor

Isso significa que a carreira de um jogador agora depende tanto de redes sociais quanto de desempenho em campo?

Model

Cada vez mais. Um jogador pode ser excelente em campo, mas se não souber construir presença digital, deixa dinheiro na mesa. Ronaldo entendeu isso cedo. Messi também. É por isso que muitos deles têm equipes inteiras gerenciando suas contas, planejando postagens, negociando com marcas. A presença digital virou tão importante quanto o talento.

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