Em algum ponto entre a tela que dominou duas décadas de vida humana e o assistente que ainda não encontrou sua forma definitiva, a OpenAI anuncia um objeto novo: compacto, sem tela, circular, projetado por Jony Ive para habitar os cômodos da casa e aprender, com o tempo, quem é o seu dono. Previsto para 2027, o dispositivo representa menos um produto e mais uma aposta filosófica — a de que a inteligência artificial madura não precisa de vidro para se fazer presente. O projeto avança sob a sombra de uma disputa judicial com a Apple, que vê no aparelho ecos de seus próprios segredos.