Enquanto António Guterres se prepara para deixar o cargo, as Nações Unidas buscam um novo secretário-geral numa corrida sem favorito claro, marcada pela ausência de consenso entre as grandes potências. Seis candidatos debateram em Nova Iorque os males de uma organização que enfrenta guerras, genocídios, fome recorde e uma crise de legitimidade sem precedentes neste século. O processo, que se estende até outubro, revela menos uma disputa por liderança do que uma interrogação coletiva sobre o que a ONU ainda pode ser num mundo que parece ter abandonado a diplomacia como vocação.
ONU procura novo líder enquanto enfrenta crise de legitimidade e pressão de Trump
A crise de legitimidade e financiamento da ONU compromete a resposta a genocídios, refugiados em números recorde e fome global.