No coração de uma região historicamente marcada por tensões não resolvidas, Omã assumiu nesta segunda-feira o papel de mediador silencioso, mobilizando conversas com cinco nações do Golfo e do Mediterrâneo para evitar que a interceptação de drones iranianos pela Arábia Saudita se transformasse em confronto aberto. A diplomacia omanita, discreta por tradição, busca preservar o Estreito de Ormuz como artéria vital do comércio mundial e impedir que a distância entre Washington e Teerã se torne um abismo irreversível. É o velho ofício da mediação — comprar tempo para que a razão encontre caminho a