No Brasil, dois grupos de defesa de direitos formalizaram pedidos de investigação contra os óculos Ray-Ban Meta, alegando que o dispositivo permite vigilância velada e tratamento ilícito de dados pessoais. A iniciativa, dirigida à ANPD, ao MPF e à Senacon, reflete uma tensão crescente entre a promessa da inovação tecnológica e a proteção de direitos fundamentais — especialmente os de mulheres, crianças e adolescentes. O caso brasileiro ecoa preocupações semelhantes levadas à Justiça Federal da Califórnia, sinalizando que a regulação global de dispositivos de IA vestíveis ainda está em seus pri
Óculos Ray-Ban Meta enfrentam investigação no Brasil por privacidade e violência de gênero
Mulheres, meninas, crianças e adolescentes são particularmente afetadas por gravações não autorizadas e situações de violência e assédio facilitadas pelos óculos inteligentes.