A cada geração, investidores se convencem de ter encontrado a empresa invencível — aquela que lidera uma revolução tecnológica real e parece destinada a dominar o futuro. A história da RCA, que em 1929 encarnava exatamente essa promessa e ainda assim perdeu mais de 80% de seu valor sem jamais se recuperar, nos lembra que estar certo sobre uma tecnologia não é o mesmo que estar certo sobre um investimento. O que muda entre as eras são os nomes e as telas; o que permanece é a ilusão humana de que, desta vez, encontramos a vencedora definitiva.