Em um mundo onde a loteria é tratada como um ato de fé coletiva, o economista romeno-australiano Stefan Mandel escolheu enxergá-la como uma equação. Nos anos 1990, ele identificou que, quando o prêmio acumulado superava o custo total de todos os bilhetes possíveis, a sorte se tornava irrelevante — e a matemática, soberana. Ao longo de 14 vitórias consecutivas, Mandel transformou o improvável em previsível, até que as autoridades compreenderam a ameaça e fecharam a brecha para sempre.