Em um momento em que a confiança nas instituições eleitorais volta a ser contestada, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kássio Nunes Marques, escolheu responder às acusações da família Bolsonaro não com silêncio nem apenas com refutações técnicas, mas com uma convocação aberta à sociedade. A urna eletrônica, declarou ele, é patrimônio da democracia brasileira — e suas portas, como as da Justiça Eleitoral, permanecem abertas para quem quiser ver, acompanhar e fiscalizar. É nesse gesto de transparência que o TSE aposta sua credibilidade diante de narrativas que, mesmo desmentidas, insi