Na intersecção entre imagem médica e oncologia de precisão, pesquisadores da Unicamp propõem uma nova forma de enxergar o paciente com câncer gástrico: não apenas pelo tumor que carrega, mas pelo corpo inteiro que o sustenta. O marcador VMD, extraído de tomografias já realizadas na rotina clínica, combina gordura visceral e massa muscular para revelar diferenças prognósticas profundas — separando sobrevidas medianas de menos de 14 meses de quase cinco anos. É um convite à medicina para olhar além do estadiamento e reconhecer que o terreno biológico do paciente é, ele mesmo, parte do diagnóstic