A partir de 2 de agosto de 2026, a União Europeia impõe uma nova ordem de visibilidade sobre o invisível: qualquer conteúdo gerado por inteligência artificial — vídeo, imagem, áudio ou texto — passa a exigir uma assinatura técnica que o identifique como sintético. Não se trata apenas de uma formalidade burocrática, mas de uma tentativa civilizacional de restaurar a confiança num ecossistema de informação cada vez mais habitado por criações que imitam o real. Quem não cumprir enfrenta multas que podem chegar a 35 milhões de euros, num sinal claro de que a Europa escolheu a transparência como va