A Noruega ocupa o topo dos índices de desenvolvimento humano e oferece salários entre os mais altos da Europa, mas quem atravessa o Atlântico em busca de prosperidade encontra uma equação de dois lados: cada coroa ganha é, em grande medida, uma coroa que o custo de vida reclama de volta. O país não promete riqueza fácil — promete estabilidade, instituições sólidas e um pacto social caro de manter, tanto para o Estado quanto para quem escolhe viver sob ele.