Noiva morre em acidente na Grécia dias antes do casamento

Sara Ceccantini, 37 anos, morreu no acidente; uma amiga que a acompanhava ficou gravemente ferida; deixa filha de três anos órfã de mãe.
Ela morreu horas depois, antes que a transferência pudesse acontecer
Sara Ceccantini não resistiu aos ferimentos sofridos no acidente em Mykonos, apesar dos esforços médicos.

Dias antes de se casar, Sara Ceccantini foi à Grécia para celebrar a vida com amigas — e não voltou. A italiana de 37 anos morreu em Mykonos após um automóvel invadir a faixa contrária e colidir frontalmente com o veículo em que viajava, transformando uma despedida de solteira em despedida definitiva. Ela deixa um noivo, uma filha de três anos e a pergunta silenciosa que toda tragédia prematura carrega: por que justamente agora.

  • Um carro que cruzou a faixa errada na madrugada de domingo destruiu o que deveria ser a última celebração antes do casamento de Sara.
  • Socorrida em estado grave, ela morreu antes mesmo de ser transferida para uma unidade especializada em Atenas — o tempo não foi suficiente.
  • Uma amiga que a acompanhava também ficou gravemente ferida e permaneceu internada, ampliando o rastro de dor deixado pelo acidente.
  • O noivo Luca Bugialli, de 34 anos, e uma filha de três anos aguardavam o retorno de Sara — ela não voltará para o casamento marcado para 20 de junho.
  • As autoridades gregas investigam as causas da colisão, enquanto a Prada, empregadora de Sara, assumiu as despesas médicas e o traslado do corpo à Itália.

Sara Ceccantini tinha 37 anos, morava em Arezzo, trabalhava na Prada e estava a poucos dias de se casar. Na noite de 14 de junho, ela e um grupo de amigas comemoravam sua despedida de solteira em Mykonos quando um automóvel invadiu a faixa contrária e colidiu frontalmente com o veículo em que viajavam. Sara foi socorrida em estado grave e levada a um hospital local.

Os médicos tentaram estabilizá-la para uma transferência a Atenas, onde receberia cuidados mais avançados. Ela não resistiu. Morreu horas depois do acidente, antes que a remoção pudesse acontecer. Uma das amigas que a acompanhava também ficou gravemente ferida e permaneceu internada.

O casamento estava marcado para 20 de junho, em Civitella, na Itália. O noivo, Luca Bugialli, tinha 34 anos. Sara deixa uma filha de três anos. A comoção entre familiares e amigos foi amplificada pela crueldade do momento — a tragédia aconteceu na véspera do que deveria ser o dia mais feliz.

As autoridades gregas investigam como e por que o outro motorista cruzou para a faixa contrária. A empresa onde Sara trabalhava assumiu as despesas médicas e o traslado do corpo de volta à Itália — um gesto de reconhecimento que, no entanto, não desfaz nada.

Sara Ceccantini estava em Mykonos para celebrar os últimos dias antes do casamento. A noite de domingo, 14 de junho, começou como tantas outras despedidas de solteira — amigas reunidas, a antecipação do grande dia marcado para 20 de junho em Civitella, na Itália. Mas na ilha grega, um automóvel invadiu a faixa contrária e atingiu o veículo em que ela viajava. A mulher de 37 anos, que morava em Arezzo e trabalhava como vendedora em uma loja da Prada, foi socorrida em estado grave.

Os médicos a levaram para um hospital da região. Havia planos de transferi-la para uma unidade especializada em Atenas, onde pudesse receber cuidados mais avançados. Mas Sara não resistiu aos ferimentos. Ela morreu horas depois do acidente, antes que a transferência pudesse acontecer. Uma das amigas que a acompanhava também saiu gravemente ferida e permaneceu internada.

O noivo, Luca Bugialli, tinha 34 anos. Eles estavam prestes a oficializar a união. Sara deixa uma filha de três anos. A morte causou grande comoção entre familiares e amigos — não apenas pela tragédia em si, mas pela proximidade com o que deveria ter sido um momento de alegria.

As autoridades gregas continuam apurando as circunstâncias do acidente. O que se sabe é que outro veículo cruzou para a faixa contrária e colidiu frontalmente com o carro em que Sara viajava. Os detalhes de como isso aconteceu, por que o outro motorista invadiu a faixa, ainda estão sendo investigados.

A empresa onde Sara trabalhava assumiu as despesas médicas do atendimento e também ficará responsável pelo traslado do corpo de volta à Itália. É um gesto que reconhece a perda, mas não a repara. Uma mulher que vendia artigos de luxo, que tinha uma filha pequena, que estava dias longe do casamento — simplesmente não volta para casa.

O veículo em que ela estava com amigas foi atingido por outro automóvel que invadiu a faixa contrária
— Imprensa italiana
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Como uma noite que deveria ser de celebração termina assim?

Model

Num instante. Um carro invade a faixa contrária e tudo muda. Não há aviso, não há tempo para se preparar.

Inventor

E as amigas que estavam com ela?

Model

Uma ficou gravemente ferida. Ela sobreviveu, mas agora carrega a memória do que aconteceu. E a culpa de ter sobrevivido quando Sara não sobreviveu.

Inventor

A filha de três anos — ela entende o que perdeu?

Model

Ainda não. Mas em alguns anos, quando perguntar pela mãe, a resposta será sempre a mesma: um acidente em uma ilha grega, dias antes do casamento.

Inventor

O noivo estava na Grécia também?

Model

Não há informação sobre isso. Ele estava esperando em Civitella, provavelmente, contando os dias. E depois recebeu uma ligação que mudou tudo.

Inventor

A Prada assumiu as despesas. É suficiente?

Model

Nunca é. Mas mostra que a empresa reconheceu a perda. O traslado do corpo, os custos médicos — são gestos que não trazem Sara de volta, mas que reconhecem que ela importava.

Contact Us FAQ