Neymar fecha acordo com Al-Hilal por duas temporadas, afirma imprensa francesa

Receberia o dobro do que ganhava no PSG em dois anos
O contrato de Neymar com o Al-Hilal representava um salto significativo em sua remuneração.

No verão de 2023, Neymar — um dos jogadores mais simbólicos de sua geração — encaminhou sua saída do Paris Saint-Germain rumo à Arábia Saudita, onde o Al-Hilal lhe ofereceu o dobro de seu salário atual em um contrato de duas temporadas. O movimento reflete algo maior do que uma simples transferência: é o sinal de uma reconfiguração silenciosa no mapa do futebol mundial, em que petrodólares e ambição geopolítica disputam espaço com as ligas tradicionais da Europa.

  • O acordo verbal entre Neymar e o Al-Hilal já está fechado, mas a transferência depende ainda da aprovação formal do PSG — um detalhe burocrático que mantém o futuro do craque em suspenso.
  • Os 160 milhões de euros em dois anos representam o dobro do que Neymar recebia em Paris, tornando a proposta saudita praticamente irrecusável do ponto de vista financeiro.
  • O pedido de Neymar para ser emprestado ao Barcelona foi recusado pelo Al-Hilal, que não abre mão do jogador após um investimento desta magnitude.
  • O clube saudita já havia contratado Rúben Neves, Koulibaly, Milinkovic-Savic e Malcom, consolidando um elenco de peso que sinaliza ambições além das fronteiras regionais.
  • Jorge Jesus, técnico português de larga experiência, aguarda Neymar no comando do Al-Hilal, prometendo uma nova fase na carreira do brasileiro.

No verão europeu de 2023, enquanto o mercado de transferências fervilhava, uma movimentação discreta tomava forma nos bastidores do futebol saudita. Segundo o jornal L'Équipe e o jornalista Fabrizio Romano, Neymar e o Al-Hilal chegaram a um entendimento para um contrato de duas temporadas, sinalizando uma virada radical na trajetória do craque brasileiro.

Os valores impressionavam: 160 milhões de euros ao longo de dois anos — cerca de 861 milhões de reais à época — representando o dobro do salário que Neymar recebia no PSG desde 2017. O acordo verbal estava fechado, mas a transferência ainda aguardava o aval formal do clube parisiense para se tornar oficial.

O Al-Hilal não era um recém-chegado ao mercado de estrelas. A equipe de Riad já havia atraído Rúben Neves, Koulibaly, Milinkovic-Savic e Malcom, construindo um elenco que espelhava a ambição saudita de figurar no cenário global do futebol. Um pedido de Neymar para ser emprestado ao Barcelona foi recusado — o clube não estava disposto a abrir mão do jogador após tamanho investimento.

À beira do campo, Jorge Jesus aguardava. O técnico português seria o responsável por integrar Neymar ao projeto do Al-Hilal, numa liga que buscava se firmar no mapa mundial. Mais do que um reforço técnico, a chegada do brasileiro seria um símbolo do novo poder de atração que a Arábia Saudita vinha demonstrando no futebol internacional.

No verão europeu de 2023, quando os maiores clubes do mundo ainda negociavam seus reforços, uma movimentação silenciosa ganhava corpo nos bastidores do futebol saudita. Neymar e o Al-Hilal, segundo informações da imprensa francesa, haviam chegado a um entendimento sobre um contrato de duas temporadas. A notícia, divulgada pelo jornal L'Équipe e pelo jornalista Fabrizio Romano, apontava para uma mudança radical na trajetória do craque brasileiro.

Os números envolvidos na operação eram expressivos. Neymar receberia 160 milhões de euros ao longo dos dois anos de vínculo — aproximadamente 861 milhões de reais na cotação da época. Tratava-se de uma remuneração que dobraria o que o jogador percebia no Paris Saint-Germain, clube onde atuava desde 2017. Apesar do acordo verbal já estar fechado entre as partes, um detalhe importante permanecia pendente: a aprovação formal do PSG, que ainda era necessária para que a transferência se tornasse oficial.

O Al-Hilal não era um clube qualquer no mercado saudita. Naquele momento, a equipe de Riad era a que mais investia na liga local, buscando consolidar seu domínio tanto domesticamente quanto no cenário asiático. Antes de Neymar, o clube já havia contratado nomes de peso internacional. Rúben Neves, que deixava o Wolverhampton, Kalidou Koulibaly, vindo do Chelsea, Sergej Milinkovic-Savic, ex-Lazio, e Malcom, que saía do Zenit, formavam um elenco que refletia a ambição saudita de atrair talentos globais.

Um detalhe curioso cercava as negociações. Neymar havia solicitado ao Al-Hilal que o emprestasse ao Barcelona, seu antigo clube onde conquistara títulos importantes. O pedido, porém, não encontrou receptividade. O clube saudita não estava disposto a abrir mão do jogador tão cedo, especialmente após o investimento colossal que faria para trazê-lo.

No banco de treinadores, Jorge Jesus aguardava a chegada do craque. O técnico português, experiente em competições de alto nível, seria responsável por integrar Neymar ao projeto do Al-Hilal e extrair o melhor de seu talento em uma liga que buscava se consolidar no mapa do futebol mundial. A chegada do brasileiro representaria não apenas um reforço técnico, mas um símbolo do poder de investimento que a Arábia Saudita estava demonstrando no mercado de transferências.

Neymar teria solicitado que o Al-Hilal o emprestasse ao Barcelona, mas o pedido não foi aceito
— Informações da imprensa francesa
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que um jogador no auge da carreira, aos 31 anos, deixaria a Europa para a Arábia Saudita?

Model

O dinheiro é parte da resposta, mas não é tudo. Neymar ganhava bem no PSG, mas aqui ele receberia o dobro. Além disso, a Europa estava começando a questionar seu lugar — lesões, críticas sobre consistência. A Arábia Saudita oferecia um recomeço sem pressão.

Inventor

E quanto ao pedido de empréstimo ao Barcelona? Isso sugere que ele não queria realmente sair da Europa.

Model

Exatamente. Neymar tentou negociar uma saída que o mantivesse conectado ao futebol europeu de elite. Mas o Al-Hilal não aceitou. Eles estavam pagando uma fortuna; não iam emprestar seu ativo principal.

Inventor

O Al-Hilal já tinha outros grandes nomes. Por que Neymar era tão importante?

Model

Porque Neymar é Neymar. Koulibaly é um zagueiro excelente, Milinkovic-Savic um meio-campista de classe. Mas Neymar é um nome que vende, que atrai atenção global. Para um projeto que quer se legitimar no mundo, ter o terceiro melhor jogador do planeta importa.

Inventor

Jorge Jesus era a escolha certa para treinar Neymar?

Model

Jesus tinha experiência em ligas competitivas e em trabalhar com egos. Mas integrar Neymar em um novo sistema, em um novo país, seria um desafio mesmo para um técnico experiente. Tudo dependeria de como o jogador se adaptasse.

Inventor

Qual era o risco real aqui para o Al-Hilal?

Model

Que Neymar não se adaptasse, que se lesionasse novamente, que o investimento não gerasse retorno esportivo. Mas havia outro risco: que a liga saudita fosse vista como um destino de declínio, não de ambição.

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