Em meio ao calendário implacável do futebol moderno, Neymar partiu de São Paulo rumo a Belém na manhã de terça-feira, carregando consigo não apenas a esperança do Santos nas oitavas da Copa do Brasil, mas também o peso simbólico de quem precisa equilibrar o humano e o atlético. Sua ausência na viagem coletiva — motivada por um leilão beneficente — lembra que mesmo os maiores ídolos habitam um mundo maior do que o campo. O Mangueirão aguardava, e com ele, a possibilidade de um passo a mais rumo a um título que o clube não conquista desde 2011.