Em um tempo em que o envelhecimento da humanidade traz consigo a sombra crescente do esquecimento, um jovem cientista carioca se dedica a compreender não apenas por que a mente adoece, mas por que algumas resistem. Mychael Lourenço, aos 36 anos, conduz pesquisas na UFRJ que buscam os sinais biológicos da resiliência cerebral — uma inversão de perspectiva que pode redefinir como a medicina enfrenta as demências. Com 57 milhões de pessoas afetadas no mundo e custos que destroem famílias silenciosamente, sua pergunta mais profunda é também a mais humana: o que nos protege?
Neurocientista carioca busca desvendar resiliência contra demências
57 milhões de pessoas sofrem de demência globalmente, com impacto significativo nas famílias que arcam com metade dos custos de tratamento.