No sábado, 18 de julho, a balsa MV Barima afundou nas águas da Guiana durante uma travessia de rotina, ceifando ao menos 41 vidas e deixando dezenas desaparecidos. O que deveria ser uma viagem ordinária entre Georgetown e Port Kaituma tornou-se um dos maiores desastres marítimos recentes da região, expondo fragilidades no controle de embarque, na supervisão regulatória e, possivelmente, na conduta da própria tripulação. Como tantas tragédias humanas, esta não nasceu de um único erro, mas de uma convergência silenciosa de descuidos que só se tornam visíveis quando já é tarde demais.
Naufrágio na Guiana deixa 41 mortos; Roraima manifesta solidariedade
41 pessoas morreram no naufrágio; 77 foram resgatadas e familiares aguardam identificação de corpos no Hospital Suddie.