Desde que o Sol começou a lançar suas tempestades ao espaço, a humanidade observou com admiração e impotência — incapaz de saber, com precisão, quando o impacto chegaria. A missão PUNCH da NASA, com quatro espaçonaves registrando o cosmos a cada quatro minutos, acertou a chegada de uma ejeção de massa coronal com apenas trinta minutos de diferença, dez vezes melhor do que qualquer método anterior. É um salto que transforma a meteorologia espacial de arte divinatória em ciência de precisão, com consequências profundas para satélites, redes elétricas e a segurança de quem vive além da atmosfera.