Em 2026, a humanidade cruzou silenciosamente um limiar histórico: três terawatts de capacidade solar instalada no planeta, uma marca que levou uma década para o primeiro terawatt e menos de dois anos para o terceiro. O que parece um número abstrato carrega o peso de uma transformação energética sem precedentes no século 21 — uma que se espalha de forma desigual, mas que começa, finalmente, a alcançar nações que por muito tempo ficaram à margem dessa revolução. A pergunta que se impõe agora não é se o sol pode alimentar o mundo, mas se a infraestrutura humana — baterias, redes, financiamento —