Uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva carrega um diagnóstico que, por décadas, foi tratado como questão ginecológica — mas um estudo com mais de 400 mil participantes revela que a síndrome ovariana metabólica poliendócrina eleva em 4,4 vezes o risco de infarto, AVC e doença arterial, independentemente de diabetes, obesidade ou hipertensão. O perigo começa silenciosamente na juventude, muito antes de qualquer sintoma cardíaco surgir. A ciência agora pede que a medicina responda com a mesma antecedência.
Mulheres com SOMP têm risco cardíaco 4x maior mesmo sem outros fatores de risco
Mulheres com SOMP enfrentam risco significativamente elevado de infarto, AVC e doença arterial periférica, potencialmente fatais se não detectadas precocemente.